terça-feira, 1 de abril de 2008

Desta noite, que nem noite, mal dormida.

O único reconforto, a lucidez do lugar entre o que me é ser visceral em mim e o que sou se ingénita o digo que sou - lê-se na calma realidade telúrica que, nem o sono nem o ímpeto energúmeno imposto pelo desgaste das horas entretidas à tenaz neurose a que nos fomos fiando (eu e o sono) -é que, o etéreo reconforto antes de ir para a cama continua a ser o de saber, que isto, já não são horas.

boa noite

2 comentários:

Anónimo disse...

dorme bem minha Grande mulher.

Anónimo disse...

e esta noite trouxe-me a sua visita que agradeço com amizade ;)