Para findar, todos a vertigem
Afogamos no delírio,
Como peritos do híbrido,
Cuja arte re-traz à sua origem
Fúnebre o esplendor do vivo
Razão por que de fastio
Cortamos depresa o fio
Do dia adormecemos frios.
terça-feira, 13 de julho de 2010
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