
É o álcool, com certeza. É natural que se sintam gastos, feios, porcos e maus. Tudo bem, não há problema, toda a generalização é burra, e compreende-se, um Intelectual faz sempre um brilharete quando não tem se não como alternativa obliquar umas mijadelas nas paredes, segregar uns vómitos ao luar. Felizmente, e com toda a graça do Senhor, à luz da bebedeira que é, de certo modo, justificação para a verosímilhança entre burros e intelectuais. Tudo, claro, para que estes não sejam marginalizados pelos burros, esse grupo sinistro e viril da sociedade.
Já um Ente Lectual, já esse...

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