
Agora percebes o espaço que substitui os braços. Sem braços não levas as mãos às lamentações. Sem lamentações não encenas mortes de familiares ou de estranhos que podem ser a avó que nunca tiveste. Com ou sem a avó, a perda continua a ser grande. Repara, não tens braços, e no entanto, pensas com o que está mais à mão.

2 comentários:
Demasiado real. Arrepiaste-me! obrigada.
gosto muito.
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