A memória continua a arruinar-me a vida.
Dizes-me que é quem eu quero que seja e o que quero que seja. Continuas a administrar-me doses de imagens que desconheço, o «quem eu quero que seja» já foram por volta de duzentas. Não só as caras, que isso é um um traço curto para quem joga às portas, ou até para quem as fecha.
Enfim, não me lembro de te ter pedido o que quer que fosse, mas continuas a dizer-me como hei-de saber que existes.
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1 comentário:
real deal. damn.
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